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terça-feira, 26 de março de 2013

Ver ou não ver, eis a questão!

Por Cândida Camini

Não costumo dormir à tarde, mas neste dia não teve jeito, tive que sucumbir aos braços de Morfeu (não, não troquei de marido, é só uma expressão que significa cair no sono; Morfeu é o Deus dos Sonhos).

Não sei quanto tempo dormi, porém quando acordei, ainda de olhos fechados, tive a nítida sensação de estar visualizando formas e cores. E o mais engraçado, só com o olho esquerdo. Não conseguia definir formas, pois se movimentavam muito e por instantes me pareceu ser um bebê, dentro do útero. Mas acho que foi só impressão mesmo.
Eu só conseguia pensar que não podia me mexer e, talvez, nem respirar, por medo de perder a imagem, na expectativa de uma definição.

E...PUF...ela se foi. Bastou a preocupação com isso e a imagem apagou-se completamente.

Como a minha mediunidade sempre foi muito baseada na intuição mesmo (faz muito pouco tempo que tenho sentido mais de perto a vibração de meus protetores), fiquei me perguntando se, finalmente, meu desejo inconsciente de ‘algo mais’ esteja por se realizar.

Digo inconsciente, porque sei que a clarividência (capacidade de ver o mundo espiritual) é uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo em que os médiuns clarividentes podem ver os espíritos de luz, nada os impede de ver também, os menos iluminados (e estou pegando leve no adjetivo).

Já faz alguns anos que participo de atendimentos com apometria, e minha participação, além de doar energia, é basicamente relatar o que os olhos do meu corpo espiritual vêem, já que eu não vejo nada. Explicando: meu corpo espiritual está, desdobrado, em algum lugar, e envia ao meu cérebro a informação do que está vendo. Ultimamente tenho sentido uma necessidade maior de enxergar além da matéria e, de uma forma mais participativa, auxiliar nestes trabalhos.

Atribuo este pequeno flash de imagens, aos exercícios que tenho feito para abertura do chacra frontal e alinhamento de todos chacras  que tenho feito após meus exercícios vocais, diariamente.

E aí vem a pergunta: ver ou não ver?

Se por um lado nos dá mais confiança, por outro ficamos suscetíveis às visões mais dantescas que o mundo astral pode proporcionar.

Sem falar que a intuição se mostra quase sempre mais verdadeira que a própria clarividência,  considerando-se que nem tudo que se vê no astral é verdadeiro, já que os espíritos que dominam a técnica de manipulação de energia podem muito bem plasmar (dar forma) qualquer coisa conforme a sua vontade.

Então, fica o alerta aos clarividentes, que usem a sua intuição para ter certeza do que estão vendo e, aos intuitivos, como eu, que estão querendo muito abrir a clarividência, que não abandonem, jamais, a sua intuição.

2 comentários:

  1. Acredito que com o aprendizado e desenvolvimento mediunico, esta caracteristica venha a se acentuar até mesmo pra porporcionar melhoria continua se nossas açoes dentro do tipo de trabalho realizado, com certeza nao nos dariam esta capacidade em momento inadequado "Nao dais ao recem nascido um alimento que ele nao possa digerir, mas leve até ele nao hora certa, cada coisa a seu tempo" mas com certeza pra mim ainda fica a pergunta "ver ou nao ver ......"
    Lissandro

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  2. É isso mesmo, Lissandro. A dúvida continua: "ver ou não ver". Mas, tudo a seu tempo.

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