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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O que nos consome energia



Recebi este texto de uma médium da nossa casa, a Rose, em maio de 2011, que por sua vez o retirou do Blog de Sandra Beck, Terapeuta Vibracional (http://sandrabeckterapeutavibracional.blogspot.com.br/). Decidi postá-lo aqui, porque muitas das pessoas que chegam até nós em busca de auxílio, chegam aqui bastante desvitalizadas, cansadas mesmo, parecendo carregar o mundo nos ombros. Além do passe, que harmoniza e recarrega a energia vital, é importante cuidar desta energia no dia a dia, identificando os fatores de exaustão da mesma e exercitando a reforma íntima. 
Neste texto, as dicas são para que sejam trabalhados fatores internos, mas devemos lembrar que estamos sujeitos também aos externos, que seriam principalmente ambientes e pessoas desarmonizados, que acabam por sugar nossas energias, porém isto só acontece se, internamente, também estamos fora do eixo.
Por isso a importância de ficarmos e nos mantermos bem energeticamente.
Segue o texto:


1. PENSAMENTOS OBCESSIVOS - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2. SENTIMENTOS TÓXICOS - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3. MAUS HÁBITOS - Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4. FUGIR DO PRESENTE - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5. FALTA DE PERDÃO - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6. MENTIRA- Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7. VIVER A VIDA DO OUTRO - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8. BAGUNÇA E PROJETOS INACABADOS - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9. AFASTAMENTO DA NATUREZA - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Mensagem de João Caveira


Estava lá fora, sentada, fumando, quando senti a aproximação de um guia espiritual que me acompanha, o Exu João Caveira.
Nossa conversa, apesar de se estender um pouco, foi bem interessante, discutimos acerca do uso do álcool e do fumo na umbanda, tão mal falado por seguidores de outras religiões e mal explicado por nós, médiuns.
Ele se aproximou de mim e eu disse:
- Salve compadre!
- Salve moça!
- Eu vou comprar o uísque que te prometi, mas gostaria de saber se o senhor vai tomar na garrafa.
- Sim, porquê?
- Hum, porque eu acho que não vão deixar o senhor tomar na garrafa, lá no terreiro, o uso do álcool é controlado.
- Sei disso, mas tomarei na garrafa assim mesmo.
- E como o senhor tem tanta certeza disso?
- Simples, eu sou um Exu guardião, trabalho dentro das leis da umbanda, que provêm do Alto, não bebo por vício ou prazer, se eu quisesse apenas beber, seria mais fácil encostar num médium que estivesse no bar, bebendo, e não num terreiro de umbanda, entende?
- Sim. Já que o senhor está por aqui, poderia me explicar um pouco sobre essa questão do uso do álcool e do fumo na umbanda?
- Posso. O álcool é apenas um extrato da planta, pode ser da cana, da uva entre outras plantas, logo, quando estou com o marafo na mão, estou utilizando o elemento vegetal, porém, tendo em vista que a planta se abastece de água, e é composta por água em seu caule e folhas, o álcool tem uma parte do elemento mineral, sendo assim, quando eu estou com meu marafo, estou manipulando duas energias de elementos distintos da natureza, que se fundem e me dão um resultado, o elemento mineral mesclado com o elemento vegetal. Quando incorporado, bebo o marafo para limpar o médium e alterar o seu estado de consciência, fazendo com que ele fique mais disperso e facilite o meu trabalho, quando sirvo ao consulente, serve para descarrego e também para deixá-lo mais à vontade, sabe, parece que não é fácil conversar com exu, o povo fica tenso, então eu uso dessas propriedades para deixá-lo mais tranqüilo e também serve como um contraste pois eu adentro o “interior” do consulente.
- Legal, e o fumo?
- O fumo é feito de uma combinação de ervas. Claro que hoje em dia eles misturam um monte de porcaria, esses fumos industrializados não são muito fortes porque contem mais agentes químicos do que ervas, por isso que se fuma muito. Para manter o charuto aceso ele forma uma brasa certo?
- Certo.
Larvas astrais
- Esse é o elemento ígneo(fogo), e a fumaça que sai é o elemento eólico(ar). Essa combinação dos três elementos: vegetal, ígneo e eólico ajuda a equilibrar a aura do consulente, envolvendo-a como um manto protetor, e também, dissolvem alguns tipos de larvas astrais, miasmas, entre outras funções.
- Mas e…
- Já sei, vai me perguntar onde está o elemento terra não é?
- Pois é…
- O elemento telúrico esta presente o tempo todo, é o único que o guia não pode ficar sem utilizar em uma sessão. Mesmo em terreiros que não se utilizam de álcool e fumo pois encontraram uma outra alternativa para suprir essas necessidades, veja bem, eles se utilizam de outras alternativas, não porque são mais ou menos evoluídos, apenas trabalham diferente, mas nunca poderão deixar de utilizar o elemento telúrico, que está abaixo dos nossos pés, e isso explica porque não se usam calçados nas giras (ou calçados com solado natural, não isolante).
- É verdade.
- A terra é uma ótima condutora de eletricidade, sem perceber, numa combinação de passes, toda a energia é descarregada na terra, mas há também o sentido contrário.
- Como assim?
- Para aquela pessoa que está ansiosa, irritada, o corpo dela está conduzindo eletricidade em demasia, sofrendo diversas descargas elétricas em virtude do desequilíbrio emocional, o passe é dado de forma que essas descargas sejam descarregadas na terra, deixando o consulente mais calmo, tranqüilo e esperançoso. O sentido inverso ocorre quando o consulente está, por exemplo, desanimado, seu corpo produz uma estática, ou seja, há uma ausência total ou quase total de descargas elétricas, dessa forma, é dado um passe ao contrário, ou seja, a terra, por meio de descargas elétricas, provocam essa estática e reanimam o consulente, dando uma sensação de força e fé a ele. Entenda que o corpo também necessita de eletricidade, mas esta não pode ficar ausente totalmente ou em demasia, deve ter uma quantidade certa para que o corpo, a mente e o espírito estejam em equilíbrio.
- Poxa, que interessante.
- É muito simples, não tem muito mistério não. Só vim ver como andam as coisas por aqui, tenho outras coisas a fazer agora, e não vim te cobrar meu uísque. Até mais!
- Até mais compadre! Salve tuas forças.
E ele se foi, me deixando com a cabeça cheia de informações. Parece até que tantas respostas eram até óbvias, mas a gente nem imagina que é tão simples como parece.

Salve todos os Exus!!!

Salve Sr. João Caveira, por sua luz, força e sabedoria!

Axé

(Joyce Gorgoll / Pandora)

domingo, 7 de outubro de 2012

Quando o coração fala [5]



Geralmente sou melhor falando do que escrevendo, mas a Cândida pediu que colocássemos no papel um pouco da nossa história na Casa Pai Joaquim de Cambinda, então vamos lá!!!
Fazem mais de dois anos que entrei pela primeira vez nesta Casa e, como tantos consulentes, fui tratar problemas de “saúde”, que depois vim a descobrir que eram espirituais.
Já havia frequentado centros espíritas e uma casa que trabalha somente com cromoterapia, pêndulos...nunca tinha frequentado uma casa de Umbanda e pela falta de conhecimento e ignorância sempre ficava assustada com algumas situações.
Quando sentei a primeira vez em frente ao Pai Joaquim, senti que muita coisa mudaria em minha vida, só não tinha noção do quanto, e já disse isso a ele. Foi amor a primeira vista, e ele como sempre começou com aquela conversa que muitos conhecemos sobre a espiritualidade, vidas passadas, resgates, mediunidade, incorporação...
E assim o meu tratamento se estendeu por vários sábados. O que eu não percebi no início foi que não era só um tratamento e sim um mini desenvolvimento, pois enquanto me tratava falava sobre protetores, como eles trabalham, sobre como era o trabalho na Umbanda... Até que um dia veio o inevitável convite: - “Nega, o que você acha de começar a desenvolver sua mediunidade?” Antes que eu respondesse, Pai Joaquim já se adiantou e disse: “Não precisa responder agora, pense no assunto”
Minha primeira reação foi nunca mais voltar, pois até então o medo do desconhecido sempre me afastou de outras casas onde a mesma pergunta me foi feita, mas como nada é por acaso (frase que escutamos muito, inclusive), e porque eu já tinha a meu lado um negro muito lindo que é conhecido como Bento (apesar de não ser esse o nome dele, até porque o pai dele fez a bondade de batizá-lo com um nome muito complicado, mas isso também aprendemos, que o nome não é tão importante e sim o trabalho que fazem), depois de meses pensando aceitei entrar para o grupo de estudos e desenvolvimento mediúnico, mas eu disse “é só para conhecer” (doce ilusão).
A cada sábado era uma emoção diferente, uma descoberta diferente. Quando comentei que sempre admirei o Povo Cigano pelos seus mistérios, suas danças, Pai Joaquim chamou uma médium da casa e nesse dia me foi apresentada minha cigana (Constanza). Fiquei muda, não consegui perguntar nada, as perguntas foram feitas pelo próprio Pai Joaquim.
Mas com certeza a maior emoção que senti foi quando Pai Joaquim me contou que o Bento (o Preto que trabalha hoje comigo) e a Clarinha (Cosme) tinham sidos meus filhos em outra vida em épocas diferentes. Saber que o Bento foi meu filho com o Pai Joaquim no início me confundiu, mas depois de algumas explicações entendi e me orgulho muito de ter tidos filhos que hoje me protegem.
Mas se eu for relatar todos os momentos incríveis que vivi nesses dois anos com certeza terei de escrever um livro. Sendo assim escolhi escrever um pouco sobre os meus protetores e o que aprendi e ainda estou aprendendo com todos eles, pois tenho ciência que tenho muito a aprender ainda. 
Hoje vou falar um pouco da Constanza e do Bento, respectivamente, entidades da linha Cigana e dos Pretos Velhos.


CONSTANZA: A primeira vez que senti a presença dessa cigana maravilhosa foi na festa dos ciganos de 2010. Ainda não participava do grupo de desenvolvimento e fui convidada pelo Pai Joaquim para conhecer melhor o Povo Cigano e, óbvio, aceitei na hora. Desde então tenho aprendido muito com ela e descobri por que sou uma pessoa muito intensa em tudo que faço. Entre nós há uma afinidade imensa, com ela aprendi que a vida pode ser vivida com intensidade sim, mas que precisamos ter cuidado para não confundir intensidade com impulsividade. Sempre me mostrou que mesmo com as perseguições sofridas o Povo Cigano nunca se escondeu ou se sentiam vítimas. Viviam um dia de cada vez, pois não sabiam o que estava reservado para eles no dia seguinte. Então à noite dançavam, bebiam, amavam e assim eram felizes. O que ela quis me dizer com isso é para não sofrer por antecipação, por que sofrer hoje com algo que pode nem acontecer amanhã? Ta bem eu sei que nem sempre a ouço como devia, mas como sempre digo nunca é tarde para aprender.
Como é um povo que tem grande conhecimento sobre os mistérios do amor, hoje sei que o amor incondicional e verdadeiro é aquele que liberta, pois quando se ama de verdade queremos ver a pessoa que amamos feliz e não presa, aliás, liberdade é a essência de um cigano, como um grande amigo me disse uma vez “quer matar um cigano, o faça prisioneiro”.
Algo que é inexplicável é a serenidade, suavidade, delicadeza e ao mesmo tempo a força da Constanza, quando dançamos me faz flutuar, como se me tirasse de onde estou e me transportasse para outro plano com uma energia e felicidade incrível.
E se tem algo que temos muito em comum é a paixão pela dança, que pra mim sempre foi sinônimo de liberdade, é um momento que não tenho como descrever, é único, só sinto me envolvo e deixo me levar, é fascinante.
BENTO (Preto Velho, embora se apresente como um negro jovem e forte): Esse tenta e muito me ensinar várias coisas, algumas eu ouço, outras brincamos de fingir, como ele mesmo diz “eu finjo que mando nela e ela finge que me obedece” 
Brincadeiras a parte sei que tenho muito a aprender com ele, mas algumas coisas sei que melhorei. Ele me ensina a paciência, a humildade, que o orgulho em demasia nunca foi um bom conselheiro, sempre me passou para nunca fazer nada a outra pessoa que eu não gostaria que fizessem a mim, aliás, acho que todos os pretos nos dizem isso. Em muitos momentos quando está trabalhando mostra-me que a plantação é livre, mas a colheita é obrigatória.
Sou suspeita em falar dele a quem carinhosamente chamo de minha “pérola negra”, que chegou comigo na primeira vez que entrei na casa, com aquele sorriso lindo, só faltou dizer “ufa consegui trazê-la” 
A primeira vez que recebi o Bento quase morri de dor de cabeça e por não saber o que fazer nem o que falar, e claro o Pai Joaquim riu muito da situação, principalmente quando comentei que o meu protetor era mudo, pois não falava, nunca vou esquecer o que o Pai Joaquim me falou ”filha pra que me serve um preto mudo?” 
Coitado do Bento, ficou mudo por muito tempo, pois eu não deixava falar nada, só sorria, até que ele se cansou de ficar calado e começou a falar e até hoje fala pelos cotovelos.
Como sou curiosa comecei a questionar sobre a vida do Bento, como ele era, desde quando estava comigo, ou seja, questionamentos normais de uma médium não muito normal.


Soube pelo Pai Joaquim que ele está comigo há muito, mas muito tempo, que ambos estamos na Umbanda pela primeira vez e que quando encarnado sempre foi um líder, um exímio capoeirista, sempre lutou contra as torturas e tristezas impostas aos negros, mas como diz o Pai Joaquim, quando desencarnou libertou-se de tudo e hoje é um dos meus protetores. As vezes acho até que ele pensa que é o único protetor que tenho rsrsrs.
No meu batizado ele me disse uma das coisas mais lindas que já ouvi, senão a mais linda. Sempre que lembro esse momento me emociono. Ele disse: “minha preta, um dia você me deu a vida, hoje com certeza  daria a minha por você” 
Sempre falamos que somos suspeitos em falar um do outro, mas há poucos dias outro preto maravilhoso, o Pai João (protetor de outro médium da casa) me falou que o Bento é um exemplo a ser seguido pela sua coragem, pelo homem que foi e pelo que faz hoje no plano espiritual. Não preciso dizer o quanto fiquei orgulhosa do meu negro.
Nunca consegui dizer o que aprendemos, que não é o “meu” preto e sim que é o “preto que trabalha comigo”, e é por um motivo simples, ele é o meu Bento, é assim que nos sentimos um em relação ao outro, ele é meu e eu sou dele, sempre...


Em outra oportunidade conto mais sobre o trabalho com outros protetores maravilhosos, com quem aprendo mais, a cada dia.

Só tenho a agradecer ao Pai Joaquim de Cambinda e demais entidades que trabalham nessa casa maravilhosa que me mostrou um mundo desconhecido e porque não dizer misterioso e que eu aprendi a conhecer e amar.

Agradeço também aos médiuns, irmãos de corrente,  pelos ensinamentos, pelo carinho e pela paciência, porque eu sei que  não é fácil me aturar (até com as entidades eu brigo as vezes). 

Um beijo enorme.

Ana Ramos


Este texto continua no link: http://casapaijoaquimdecambinda.blogspot.com.br/2013/01/quando-o-coracao-fala-5-2-parte.html