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sábado, 22 de setembro de 2012

Quantas vezes ainda seremos surpreendidos com gratas e emocionantes surpresas?


Nosso irmão de corrente que prefere não se identificar quis dividir conosco as emoções de um dia de trabalho que começou como tantos outros e terminou de uma forma inesperada, como ele mesmo conta a seguir. Mérito dele, que entrou de corpo e alma nesta casa há bem pouco tempo e, sem esperar nada em troca, já recebeu esta benção. Só temos a agradecer por compartilhar:


" Num sábado “normal” de trabalho com a falange dos Pretos Velhos, um pouco antes do encerramento da sessão, o PRETO BENEDITO havia acabado de se despedir, e fui surpreendido com a imensa vontade de dar/ receber um abraço dos Pretos Velhos que por ali ainda estavam. Digo surpreendido porque não tenho o costume de procurá-los neste momento para não atrapalhar o bom andamento dos trabalhos, mas desta vez não me contive.
Ao chegar próximo ao Pai Joaquim de Cambinda fui recebido com aquele abraço carinhoso e caloroso  que todos que já passaram por esta CASA sabem como é. Logo a seu lado, Pai Joaquim de Aruanda, o qual me deu um grande abraço  e logo me disse, com determinação:
- Senta aí nêgo!
Neste exato momento minha intenção era continuar o ciclo do abraço, mas como não atender este chamado. 
Porém,  assim que puxei o toco, soube o que estava por vir e ao ser questionado sobre isso pelo Pai Joaquim de Aruanda, pude responder com toda a certeza que eu sabia o que estava acontecendo.
Foi pedido o auxilio de mais uma médium da Casa para a realização desta tarefa,. Precisávamos  auxiliar nossos irmãos  desencarnados  que ali estavam, com a permissão do PAI MAIOR e necessitados de  realizarem este contato.  Poderíamos até dizer que nada estava diferente do habitual em nossa rotina de trabalho, mas havia algo que logo se revelaria como muito especial para mim.
Então rapidamente o que eu já havia intuído, começou a acontecer. Assim que e a médium ajeitou-se em seu toco, manifestou-se um espírito masculino, que veio  ao meu encontro  para um longo e caloroso abraço fraternal , regado a muitas lágrimas e carinho. 


Além disto, me oportunizou o esclarecimento de muitas coisas que se passaram em minha jornada nesta vida, sendo uma delas permitir que eu soubesse quem era aquele NEGRO que constantemente aparecia em meus sonhos, do qual eu tinha muito medo durante minha infância, e o quanto me auxiliou neste caminho, a superar as dificuldades que a escola da vida nos impõem.
Sou muito grato ao Senhor por me mostrar que a sorte que eu pensava ter, na realidade era  monitorada e zelada pelos seus cuidados.  Foram muitos esclarecimentos em poucas palavras!
Tentei me recompor, pois sentia que algo ainda estava por vir, assim como nossa Irmã, encarregada de permitir estas passagens. Mas não deu tempo, sob o olhar nitidamente emocionado de Pai Joaquim de Aruanda e o largo e afetuoso sorriso de Pai Joaquim de Cambinda estava  lá uma senhora desencarnada a quase 15 anos, e que necessitava de ajuda para sanar suas dores, necessitava de ajuda para seguir seu caminho, necessitava pedir desculpas.
Meu coração tomado de emoção impedia que eu falasse sem chorar, mas respondi que quem precisava ser desculpado era eu mesmo. Aquele choro incontrolável servia como um restaurador de energia para ambos. Mais uma vez poucas palavras e muitos esclarecimentos – além de sinceros pedidos de perdão pelos erros cometidos. Neste momento o meu coração tinha um tamanho muito maior que a capacidade de permanecer dentro do peito. Abraçado a ela pude auxiliá-la a seguir um novo caminho.
Sinceramente, em nenhum momento nesta CASA, nem como Consulente nem como Membro da Corrente, pedi informação sobre como estavam meus pais, já falecidos a tanto tempo. 
Meu pai acabei conhecendo através  deste contato, pois desencarnou antes que eu completasse 4 anos de idade. Digo agora que o conheci, mas hoje percebi que sempre esteve a meu lado.
Minha Mãe falecida há quase 15 anos, com a qual tive um relacionamento um pouco conturbado  em alguns momentos, carecia ainda de auxilio para sanar suas dores e assim foi ajudada a seguir seu novo caminho, e levou com ela todo ressentimento que eu poderia ainda ter.
Hoje entendo o porquê de minha ausência na reunião de desenvolvimento da noite anterior, pois havia percebido estar em uma tarefa junto ao Sr Tranca Rua, em busca de algo ou alguém que naquele momento eu não  conseguia identificar. O meu obrigado a este Senhor do Povo da Rua, por me oportunizar  trabalhar a seu lado neste resgate, que se tornou tão especial para mim.
Obrigado ao Pai Joaquim de Aruanda, por dirigir esta tarefa e retirar as dores de minha mãe que ainda sofria.
Obrigado ao Pai Joaquim de Cambinda  por permitir que nesta CASA isso acontecesse. Minha gratidão eterna por permitir que cada vez que eu transponha este portão para mais uma jornada de trabalho meu coração se encha de orgulho e esperança. Meu muito obrigado por me permitir vestir o branco e fazer parte desta grande família.
E como andam dizendo por ai que “somos uns “bechoqueiros” (menção ao comentário do Jaime na postagem da Rose),
Um grande beijo a todos! "




' Ser um intermediário a serviço do bem , não tem preço! '


De um médium da CASA 


2 comentários:

  1. sei como é pois não conhecia a csa e fui igualmente ajudada quando relamente necessitei, embora não frequente constantemente sei que vcs são seres iluminados que não se cansam de ajudar e se algum dia esqueci agora vou me redimir pois nada além de um muito obrigado a todos desta casas

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  2. apesar de pouco tempo de convívio no grupo de estudo sinto minha evolução espiritual, agradeço a todos, irmãos e protetores, que me acolheram com carinho e abnegação, mostrando que a paciência e a caridade nos faz crescer.



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