AVISO IMPORTANTE:

* Nossa casa fica em Porto Alegre (RS), Av. 21 de Abril, 1385, Vila Elizabeth, Bairro Sarandi.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Atendimentos para a Saúde


Dois dias por mês, mais especificamente, segunda e quarta-feira da segunda semana de cada mês, trabalhamos com a Linha do Oriente, para atendimentos de saúde.

São espíritos, não somente de orientais, mas qualquer espírito que atue nesta área, que propiciam às pessoas a melhoria de seus estados físicos, emocionais, mentais e também, espirituais.

Na Umbanda, existem outras linhas de trabalho que também atuam na saúde, como os Pretos Velhos e o Povo da Mata.

O bom resultado destes atendimentos depende de vários fatores, entre eles:


  • Não descartar, em hipótese alguma, a consulta e o tratamento com os médicos da Terra, achando que só o atendimento espiritual é suficiente, principalmente quando há orientação específica para tal.
  • Não deixar de tomar os remédios recomendados pelos médicos da Terra, pelos mesmos motivos.
  • Prestar muita atenção às recomendações recebidas durante e após a consulta, seguindo as orientações à risca. Ficar atento principalmente quando é comentado sobre a origem do problema e de que forma você pode auxiliar a resolvê-lo.
  • A fé e a determinação em seguir com o tratamento espiritual são fundamentais para que sejam atingidos os resultados almejados. Temos que ter em mente que as doenças têm sua origem em nosso corpo espiritual e, assim como demoram em se manifestar no corpo físico, o contrário também acontece. Mudança de hábitos e sentimentos também vai refletir na melhora do problema físico, mas leva algum tempo.

Nosso corpo reage de acordo com o que acontece a nossa volta.
De modo geral, se existem situações que demoramos a perceber como nos incomodam e não damos solução, nosso corpo nos dá sinais. Por exemplo:

·         Dores crônicas no pescoço?
Quem o ou o quê está pesando sobre ele.
·         Dores crônicas nas costas?
Quem ou o quê você está carregando
·         Sua vista está falhando?
O que você não está querendo ver?
·         Laringite crônica?
O que você não quer dizer? Ou, o que você disse e gostaria de não ter dito?
·         Audição começando a ter problemas?
O que está tentando não ouvir?
·         Problemas respiratórios crônicos?
O que você está reprimindo e precisa por pra fora do peito?
·         Tonteiras?
Quem está tirando o seu equilíbrio?

A lista é infinita, estes são apenas exemplos mais freqüentes de desconfortos com os quais nos ‘acostumamos’, pois parece mais simples conviver com as dores do que tentar resolver os problemas que as causam.

Muitos, quando chegam para um atendimento espiritual, reclamando de muitas dores, não têm um diagnóstico médico e vem em busca de uma solução rápida e barata (um ‘milagre’, na verdade). E, quando recebem a orientação de que não existe mal físico, custam a aceitar, pois as dores são reais. Nestes casos, o problema pode ter origem espiritual (acompanhamento por algum espírito acometido destas dores; demanda; vidas passadas), e/ou emocional (exemplos acima).

O principal é estar atento aos sinais que nosso corpo físico nos manda, tanto quanto ele, o corpo físico, está atento e reage com doença, aos sinais que enviamos a ele. 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Serafina - Um conto de Umbanda

Por Cândida Camini


Nossa amiga Sara um dia me contou esta história e, na mesma hora, pensei em transformá-la num conto, de tão bonita que achei. Aí vai:


" Era final de tarde de um dia nublado, e Teresa estava sentada na sala escura, fria e suja do que deveria ser um consultório médico.
A sua frente estava sentada uma mulher negra, com seus grandes olhos fixos nela.
Já estava começando a se sentir incomodada, quando a mulher lhe dirigiu a palavra:
- Você veio aqui para tirar esta criança não veio? – perguntou sem rodeios
- Sim – Teresa respondeu num sussurro, como se temesse ouvir a própria resposta.
- Não faça isto, eu lhe peço. Acredite em mim. Seja qual for o motivo que te trouxe aqui, não faça isto. Eu prometo que vou cuidar dela pra você. E quando ela nascer, só te peço que coloque nela o meu nome, Serafina.
Teresa suspirou fundo, fechou os olhos e, como em um filme, reviu as cenas de sua vida.
O companheiro de família abastada, que nunca quis assumi-la e aos seus outros dois filhos.
A própria família que a renegou por insistir nesta relação.
E agora ela estava grávida novamente e decidira que não iria trazer ao mundo mais uma criança para passar fome, como seus irmãos.
Ao abrir os olhos, percebeu que a mulher desaparecera.
Mas de alguma forma, algo tinha mudado dentro dela.
Sem saber bem por que, saiu às pressas dali e decidiu que iria ter o bebê.
E assim foi. 
Logo Teresa tinha mais uma criança para criar. Era uma menina e ela não titubeou em dar-lhe o nome de Serafina.
Mas a vida estava cada vez mais difícil. Ela não tinha como alimentar tantos filhos.
E já estava grávida de outro, quando decidiu entregar Serafina para alguém que pudesse lhe dar o que ela não tinha condições.
Andando pela rua a esmo, já cansada e sem esperanças, parou à frente de uma casa simples, porém bem cuidada. E ali ficou por um tempo que não saberia precisar.
Até que a porta abriu-se e uma mulher perguntou o que ela desejava.
Teresa contou sua história e a mulher aceitou ficar com Serafina.
Mas Teresa impôs uma condição: que ela mantivesse o nome da criança.
E Serafina passou então a chamar-se Sara Isabel Serafina, porque a nova mãe fez questão de colocar na menina o nome de suas avós, Sara e Isabel.
Os anos se passaram céleres, Sara casou, teve filhos e um dia ficou sabendo que aquela Tia Teresa, que a visitava sempre, era na verdade a sua mãe biológica e os que considerava como primos, seus irmãos.
Certo dia, estava angustiada com um problema familiar e recebeu o convite de um amigo de visitar um Terreiro de Umbanda. E lá se foi ela, sem saber exatamente o que iria encontrar e como deveria se comportar.
Lá chegando, sentou-se à frente de um Preto Velho de nome Joaquim, pelo qual se tomou de amores imediatamente.
A energia do local envolveu-a de forma indescritível e ela sucumbiu ao convite de voltar outras vezes e, quem sabe, participar do grupo de estudos da casa.
Aceitou o convite, mais por educação do que por saber exatamente o que isto significava.
E no dia da reunião de estudos, lá estava Sara Serafina, trêmula, ansiosa, sem saber ao certo o que fazer, o que esperar.
A primeira parte da reunião era teórica. Pai Joaquim estava falando sobre o trabalho dos Pretos Velhos na Umbanda.
Sara ouvia tudo maravilhada. Ao mesmo tempo em que era tudo muito novo para ela, parecia que era íntima dos Pretos Velhos.
E na segunda parte da reunião, quando os pontos começaram a serem ouvidos no Terreiro, chamando os Pretos Velhos, Sara se deixou envolver por aquela magia e logo percebeu que tinha alguém com ela.
Dividida entre o encanto e o medo, perguntou mentalmente quem era.
E a resposta não tardou:

- Sou a Preta Serafina, fia, lembra? Conforme fiz o  prometido a sua mãe, esta nega cuidou e vai continuar cuidando d’ocê e, se ocê permiti, vamu trabaiá juntas nesta Seara de Luz.

E imediatamente ela lembrou da história que sua mãe adotiva havia lhe contado quando ela perguntou porquê ela era tão parecida com aqueles que considerava como seus primos.

Lágrimas de alegria e gratidão lavaram o seu rosto e sua alma, por conta deste reencontro.

Salve os Pretos Velhos!

Agô Nega Serafina!

Salve a Umbanda Sagrada, que proporciona estes momentos lindos aos seus filhos de fé! "

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

2 de Fevereiro, dia de saudar Iemanjá!



Dia 2 está chegando, pessoal! Dia em que muitos vão para a beira da praia louvar Iemanjá. Pedir, agradecer, homenagear! 
Uma prece feita com o coração e, se assim o desejar, flores brancas, é o suficiente.
Nada de espelhinhos, garrafas de champanhe, copos, pulseirinhas, barquinhos de madeira cheio de pregos, e estas quinquilharias que só sujam o Seu reino e prejudicam os animais que nele habitam.
Mas se você faz tanta questão assim de oferendar, coloque sua oferenda longe da água e aguarde alguns minutos em oração, para que a energia ali colocada seja absorvida e canalizada aos seus pedidos.
Após, peça licença, recolha com respeito e coloque no lixo.
Não deixe na beira da praia e muito menos permita que a onda leve para o mar.
Mãe Iemanjá e a Mãe Natureza agradecem!






" Que as ondas de Iemanjá nos descarreguem, levando para as profundezas do mar sagrado as aflições do dia-a-dia, dando-nos a oportunidade de sepultar definitivamente aquilo que nos causa dor e que seu seio materno nos acolha e nos console. "

Odoyá, Iemanjá ! 


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Resgates Coletivos


Todos já sabem do incêndio que vitimou mais de duas centenas de jovens em Santa Maria.
Não importam os detalhes do acontecido.
Não precisamos mais assistir aos noticiários, ver fotos ou vídeos que só causam emoções desequilibradas, para nos solidarizarmos com os que sofrem mais de perto as conseqüências deste evento.
Qualquer comentário agora é desnecessário.
O respeito, o silêncio e a oração é só o que nos cabe.
A doutrina espírita chama este acontecimento de “provas coletivas”, quando um grupo de espíritos encarnados são reunidos numa mesma prova para resgatarem juntos erros muito sérios do passado.
E deste resgate também fazem parte não só os que desencarnaram, mas também os entes queridos mais próximos.
Para aqueles que vivem na matéria, sem o conhecimento e a compreensão dos valores do espírito, é incompreensível um acontecimento como este.
Mas para quem consegue ver além do véu, a dor é amenizada pela certeza do reencontro.
Que nosso Pai Maior permita que em breve os sentimentos de perda e até mesmo de revolta, possam dar lugar ao fortalecimento e até mesmo ao despertar da fé, como lenitivo da dor.
Que nossos irmãos que partiram possam receber cada um aquilo que necessita nesta hora.
Que uma grande bola de luz muito branca e cristalina possa envolver a todos que desencarnaram, acalmando, adormecendo e encaminhando.
Que todos nós possamos ser uma usina de energia intensa e ininterrupta, vibrando amor e compaixão, como contribuição valiosa neste resgate.

Paz e Luz!

Um espírito amigo.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Um E.T. no Terreiro


Por: Cândida Camini

Era noite de atendimento com o Povo da Rua.
Os Cumpadres e Cumadres fazendo seu trabalho como sempre.
Mas tinha algo no ar.
Tava diferente.
Perto das 21h os médiuns começaram a ir embora, um a um.
Fato estranhíssimo, considerando-se que em dia de Exu ninguém arreda pé do Terreiro antes do último toque do tambor.
Mas este dia tava diferente.
A energia tava diferente.
Tudo, parece, tava diferente.
Até que só restaram oito médiuns.
Vinte e uma e trinta, hora de mandar Exu embora:

" Exu vai pelo pé, pelo pé
  Exu vai pela mão, pela mão
  Exu vai pelo pé, pelo pé
  Exu vai pela mão, pela mão
  Exu já vai embora
  Olha banda, com banda
  Exu vai só "

Exu Caveira, o chefe dos trabalhos neste dia, se prepara para ir embora, mas antes cumprimenta um espírito que incorporara não fazia muito, e que de forma muito estranha, se movimentava de joelhos, rosnando baixo.
Ele se levanta, abre os braços e rosna mais alto.
A face do médium que lhe dá passagem se crispa num rito quase que de dor.
Anda em círculos, como que tentando captar algo enquanto volteia.
Olhos mais acostumados a ver o invisível, identificariam uma fumaça negra girando como num redemoinho.

E conforme ele gira, a fumaça vai se dissipando e ele vai adquirindo uma forma estranha, como se tivesse asas. As trevas vão cedendo lugar à luz.
Nesse momento chega um dos dirigentes espirituais do Terreiro e se apresenta, pedindo permissão para auxiliar na comunicação, liberando o aparelho vocal do médium para que ele pudesse falar.

" Eu venho do submundo. Eu venho das furnas mais profundas, onde parece não haver vida, onde parece que a luz nunca vai chegar. Onde só o vazio habita. " - foi sua primeira frase.

Susto, surpresa, medo, curiosidade, foram as sensações dos presentes. 
Expectativa, dava para cortar o ar com uma faca.

" E sabem por que eu estou aqui hoje? - ele continuou
  Porque pessoas como vocês, quando se reúnem para fazer este trabalho de caridade, projetam uma energia tão forte, mesmo sem se darem conta muitas vezes, que consegue chegar até onde nós estamos. E é esta energia que os espíritos da Luz utilizam para nos resgatarem. E é esta energia, presente aqui agora, que emana de vocês, que consegue fazer com que eu me transforme. E se vocês tem o poder de transformar espíritos endurecidos como eu, porque não acreditam que podem transformar a vida de vocês mesmos? "

Silêncio....

" Eu vim de muito longe, de uma outra galáxia, há milhares de anos. Vim para seguir a minha evolução, mas logo me perdi, e cheguei no mais fundo que um ser pode chegar. E lá permaneci por muito tempo, tanto que já perdi a conta. E hoje eu estou aqui, graças a trabalhadores como vocês, que se doam por amor, sem ter a exata medida do alcance deste amor. "


E enquanto falava, continuava a sua transformação. 

Era hora de voltar pra casa. Seus iguais já estavam lhe aguardando.


Antes do encerramento dos trabalhos, os médiuns presentes foram banhados por uma água Crística, cristalina, pura, tão intensamente luminosa que os olhos humanos não podiam perceber, mas que seus corações puderam sentir em toda sua intensidade.

Estava findando mais uma gira de caridade na Umbanda.

Os médiuns, um a um, cumprimentam o Congá:

“ Meu Pai Oxalá
  Obrigado, meu Pai, que bom
  As voltas do Teu abraço
  São laços de luz e som “


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Nossa Umbanda é fraca?


Por Cândida Camini

É incrível como tem gente que ainda acha que o Terreiro de Umbanda onde os médiuns se vestem de branco, que não faz trabalho, que não cobra nada pelos atendimentos, que não tem firmeza prá Exu com aquela casinha vermelha na frente é um Terreiro ‘fraco’.
Eu acompanho Pai Joaquim e todas as falanges que trabalham na Casa Pai Joaquim de Cambinda há 11 anos e posso afirmar sem medo de errar, que só não podemos com aquilo que o nosso Pai Maior determina que não nos cabe a interferência.
Nós trabalhamos em nome de Deus e se Ele está do nosso lado, quem pode contra nós a não ser nós mesmos?
Não é soberba, não é pretensão, é constatação.
A Umbanda não precisa matar bicho prá desmanchar trabalho feito.
A Umbanda não precisa emporcalhar as encruzilhadas e os sítios vibratórios da Natureza para rogar aos Orixás que olhem por seus filhos.
A Umbanda não precisa cobrar pra abrir caminho.
Não são as roupas coloridas e os adereços chamativos que fazem da Umbanda uma religião forte.
São as pessoas que precisam disso para acreditar.
A força está na Luz que a Umbanda representa.
Tudo é energia. A fé que depositamos em nossos Guias ao praticar a Umbanda com humildade é a energia que eles utilizam para trabalhar.
E eu já vi médium pagando e pagando bem para combater demanda em outro Terreiro, alegando que o nosso é ‘fraco’.
E eu já soube de médium, ‘incorporado’ com seu Preto Velho, recomendando ao consulente que procure uma casa forte para desmanchar um trabalho feito.
E eu pergunto: onde estes médiuns estão quando os demais estão fazendo a caridade, participando ativamente da Casa, freqüentando as reuniões de estudos e trabalhando pelo menos uma vez por semana?
O que eles sabem do trabalho que aqui fazemos?
Até se admite este tipo de pré conceito daqueles que freqüentam a casa, em busca de conforto, mas o mínimo que se espera de um membro da corrente mediúnica, é que conheça o trabalho que aqui é feito e o respeite.
Nossa Umbanda não é fraca não.
Fraco é quem não acredita nela.

“ Umbanda tem fundamento e é preciso respeitar! “

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Por que não me curei?

Embora atualmente as pessoas estejam mais preocupadas com a saúde, muitos de nós ainda só se preocupam com ela quando os problemas aparecem.
E como a saúde pública no Brasil deixa muito a desejar, correm para os meios alternativos, tipo chás, benzimentos, passes e tratamentos espirituais.
Porém, milagres não existem. Se alguns alcançam a cura, são muitos os fatores que levam a isto.
Para citar apenas alguns deles:

  • Tratamento médico junto com o espiritual
  • Persistência no tratamento
Abaixo, listo para vocês 9 motivos para não alcançar a cura, retirado do livro  “UMBANDA -  Perguntas & Respostas” - J. Edson Orphanake – Tríade Editorial:
(os comentários em itálico, são meus)

1º – As pessoas não são máquinas, nem iguais umas às outras, razão por que as curas em algumas não se efetivam.

2º – A pessoa tem no perispírito (corpo astral) bastante substância tóxica astral, adquirida em vidas anteriores, que é expelida em forma de doenças nesta existência. (e, neste caso, a doença vem como um bálsamo para o espírito)

3º - Falta de Fé (confiança), elemento que muito ajuda (embora não seja essencial) na cura, por ser fator de sugestão. (a ciência já provou isso)

4º - Há indivíduos que gostam de suas doenças e as usam como argumento em suas conversas (fato curioso, mas verdadeiro). São os masoquistas (sentem prazer no próprio sofrimento).

5º - Existem aqueles que opõem resistência inconsciente, não acreditando que possam ficar curados espiritualmente. (se houver merecimento, o uso da apometria pode ajudar)

6º - Há os que são doentes por força de seus próprios hábitos ou vícios, e não se curam por não abandonarem o hábito (fumar, beber em demasia, comer demais, odiar, brigar, enervar-se, abusar do sexo etc). (a persistência no tratamento espiritual, aliado ao aconselhamento doutrinário, pode vencer o hábito)

7º - Há pessoas boas condutoras de energia e capazes de armazená-la, enquanto outras são péssimas condutoras de fluidos vibratórios de cura, bloqueando o fluxo energético e, portanto, incapazes de conservá-la. (práticas energéticas auxiliam na mudança do padrão vibratório)

8º - Quando da aplicação de passes, às vezes reclama-se resultado imediato, quando o tratamento deveria ser mais longo. (mais uma vez o aconselhamento e a persistência são importantes) 

9º - No início da enfermidade, a possibilidade de cura é maior do que quando já adiantada. Mesmo que o doente morra, a morte não significa que a cura não se efetuou. A eliminação ou alívio da dor e da angústia pode se considerado bom resultado e o doente ingressar na vida espiritual isento dos males que o atormentavam, reencarnando futuramente sem o carma doloroso da moléstia. "

Faz parte do tratamento espiritual o consumo regular de água fluidificada.
Deste modo, quando vier para o atendimento, traga sempre uma garrafinha de 500 ou 600ml com água pura, para receber os fluídos de que necessita para o tratamento.
A fluidificação da água se dará naturalmente, na medida de suas necessidades, enquanto aguarda o passe e durante o mesmo.
Após a fluidificação, a água se transforma num remédio concentrado e poderá ser diluída em uma garrafa de 2 litros de água pura, para o consumo normal, durante o dia.
Leia mais sobre a água fluidificada aqui mesmo, no Blog, no link abaixo:

http://casapaijoaquimdecambinda.blogspot.com.br/2012/01/agua-fluidificada.html